Com três mortes e 114 agressões não letais, Brasil tem alta de violência contra jornalistas em 2018
Relatório da Abert aponta que quase metade dos casos está relacionada à cobertura de eleições, condenação do ex-presidente Lula e paralisação de caminhoneiros
A violência contra profissionais da imprensa no Brasil subiu em 2018. Foram três assassinatos de jornalistas como retaliação ao exercício da profissão, contra um em 2017. No caso da agressões não letais, o número saltou de 76 para 114 registros, um crescimento de 50%. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), que produz anualmente um relatório sobre violações à liberdade de expressão. (…)
Como se percebe, o presidente das associações das empresas de rádio e televisão é o lobbista da Globo em Brasilia, o Tonet.
Precisa desenhar?
Tonet é o mesmo que levou o Presidente Bolsonaro a dizer ao falecido Bebianno que não queria vê-lo no Palácio, já que se trata de lobbista de um inimigo.
(Sobre a polêmica matéria, assistir à TV Afiada “quem manda – a Globo ou o Bolsonaro?“.)
Portanto, a Abert da Globo omite a forma mais frequente e muitas vezes letal de perseguição a jornalistas no Brasil: a censura Judiciária.
Consiste em processar jornalistas e matá-los de fome até que, depois de vinte anos, cheguem ao Supremo e lá – quem sabe? – consigam fazer prevalecer o princípio da liberdade de expressão, previsto no artigo 5, inciso IX da Constituição Federal de 1988:
Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. (…)
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(…) IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; (…)
Quem mais violenta esse preceito constitucional e persegue jornalistas pela via judicial, de forma sistêmica e sistemática são o Ministrário Gilmar Dantas e seu parceiro de HCs Canguru, o ínclito banqueiro.
Por isso, o ansioso blogueiro foi à Corte de Direitos Humanos da OEA denunciá-los:
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