A Receita Federal abre nesta sexta-feira (22) a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026, que será o maior já pago pelo órgão. Serão liberados R$ 16 bilhões para 8,7 milhões de contribuintes. O pagamento será feito em 29 de maio, mesma data em que termina o prazo para envio da declaração.
Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro os lotes de restituição. Os pagamentos serão realizados em 29 de maio, 30 de junho, 31 de julho e 31 de agosto. O órgão também anunciou um lote especial em 15 de julho para contribuintes com direito à restituição que não sabiam da possibilidade de receber por não serem obrigados a declarar em 2025.
Segundo a Receita, o valor liberado neste primeiro lote representa 40% do total previsto para restituições em 2026. O pagamento será feito na conta bancária ou na chave Pix informada pelo contribuinte na declaração.
Do total liberado, R$ 8,64 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal. O grupo inclui idosos acima de 80 anos, idosos entre 60 e 79 anos, pessoas com deficiência ou doença grave e profissionais cuja principal fonte de renda seja o magistério. Também receberão neste lote contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram pelo recebimento via Pix.
São Paulo concentra o maior número de restituições. O estado terá 2,4 milhões de pagamentos que somam R$ 4 bilhões. Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul aparecem na sequência.
A Receita estima receber 44 milhões de declarações até o fim do prazo em 29 de maio. Quem não entregar o documento dentro do período estabelecido estará sujeito a multa de 1% ao mês sobre o imposto devido. O valor mínimo é de R$ 165,74 e pode chegar a 20% do imposto.
A consulta da restituição poderá ser feita no portal da Receita Federal, na área “Meu Imposto de Renda”, ou pelo aplicativo oficial do órgão. Caso haja pendências, o contribuinte poderá retificar as informações enviadas.
A Receita informou ainda que o pagamento será realizado apenas em conta de titularidade do contribuinte. Em caso de erro bancário, será possível reagendar o crédito junto ao Banco do Brasil pelo prazo de até um ano após a primeira tentativa de depósito.
*Com informações do Brasil de Fato
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