No vídeo, Flávio convocava seguidores a se reunirem em frente ao condomínio Solar de Brasília
247 – Um vídeo publicado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas redes sociais foi o estopim para o pedido de prisão preventiva contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A convocação feita pelo senador levou a Polícia Federal (PF) a solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a custódia imediata do ex-presidente, detido na manhã deste sábado (22) em Brasília.
No vídeo, Flávio convocava seguidores a se reunirem em frente ao condomínio Solar de Brasília 2, onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar desde o início de agosto. O evento estava marcado para as 19h deste sábado e tinha como justificativa “orar pela saúde” do ex-presidente. O senador também citou uma vigília pela “volta da democracia”. Em tom de mobilização, afirmou: “Você vai lutar pelo seu país, ou assistir tudo do celular aí do sofá da sua casa? Te convido para lutar com a gente.”
A convocação acendeu alerta na Polícia Federal, que avaliou o ato como potencialmente perigoso, tanto para participantes quanto para agentes envolvidos na fiscalização das medidas cautelares impostas a Bolsonaro. No pedido enviado ao STF, a PF destacou a necessidade de “preservar a ordem pública e segurança”, argumentando que a aglomeração poderia interferir no monitoramento do ex-presidente.
Com informações do Brasil 247
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
- “Nós vamos derrotar o crime organizado”, afirma Lula
- Encurralado pela economia global, Trump vê ‘colapso da hegemonia dos EUA’ com continuidade da guerra
- Lula diz que vai levar jabuticaba para “acalmar” Trump
- STM autoriza coleta de dados sobre trajetória de Bolsonaro no Exército
- Governo descarta criação da Terrabras e prioriza setor privado