
A Folha repetiu nessa sexta-feira que tem arquivos de seis gigabytes, referindo-se às informações que vem usando contra Alexandre de Moraes desde o dia 13, quando denunciou que o ministro não cumpre ritos na condução do inquérito das fake news.
Reportagem de Ana Pompeu, sobre a decisão de Moraes de investigar o vazamento de informações de um celular de ex-servidor do TSE, informa o seguinte:
“A Folha teve acesso a mais de 6 gigabytes de diálogos e arquivos trocados via WhatsApp por auxiliares de Moraes, entre eles o seu principal assessor no STF, que ocupa até hoje o posto de juiz instrutor (espécie de auxiliar de Moraes no gabinete), e outros integrantes da sua equipe no TSE e no Supremo”.
É assim que o tom de ameaça continua, com ênfase no fato de que o arquivo tem seis gigabytes. Mas a Folha não informa nada com serventia sobre o começo das investigações em torno da história do celular de Eduardo Tagliaferro.

A reportagem reproduz trecho da argumentação de Moraes para a abertura do inquérito sobre o vazamento de conversas entre os servidores do STF e do TSE, quando o ministro lembra que há “indícios da atuação estruturada de uma possível organização criminosa que tem por um de seus fins desestabilizar as instituições republicanas”.
Esse é o trecho que a Folha reproduz: “Essa organização criminosa, ostensivamente, atenta contra a Democracia e o Estado de Direito, especificamente contra o Poder Judiciário e em especial contra o Supremo Tribunal Federal, pleiteando a cassação de seus membros e o próprio fechamento da Corte Máxima do País, com o retorno da ditadura e o afastamento da fiel observância da Constituição Federal”.
O que a Folha não diz, mas que poderá aparecer nas sindicâncias, é que a organização criminosa atua em conluio com a própria Folha, como está ficando cada vez mais evidente.
São muitos os indícios de que grupos interessados em atingir Moraes e o Supremo passaram os arquivos à Gangue do Santo Rito, liderada na Folha por Glenn Greeenwald e Fabio Serapião.
A organização criminosa só conseguiu atacar Moraes ao ter a Folha como
cúmplice do vazamento. O arquivo de seis gigabytes vem mobilizando uma força-tarefa da Folha, que essa semana não publicou nada com ou sem impacto.
O que pode indicar que há dedicação especial à pescaria de informação nos seis gigabytes, para que o jornal possa revelar, no fim de semana, peixes grandes ‘vítimas’ da desobediência aos ritos por parte de Moraes.
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