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Militares se aproximam de Moraes e afirmam que golpistas serão punidos

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Reunião ministerial realizada por Jair Bolsonaro que foi uma das bases da operação da PF. (Foto: Reprodução)

O ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está causando expectativa no governo, mas, segundo informações da coluna de Míriam Leitão, no Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou tranquilidade em relação a isso durante uma reunião política.

Na ocasião, o atual chefe de Estado brasileiro afirmou que Bolsonaro tem o direito de se manifestar, enquanto destacou a importância de resolver problemas na relação com o Congresso.

“Bolsonaro está no direito dele de fazer manifestação”, disse Lula.

Por outro lado, Bolsonaro enfrenta questões com a Polícia Federal e membros do seu governo. Mesmo com isso, ele comandará uma multidão em São Paulo, ciente de que está sob investigação.

A quinta-feira (22) em Brasília foi marcada por eventos opostos, com Bolsonaro e seus aliados militares na Polícia Federal, enquanto o ministro Flávio Dino, que lidou com os atos golpistas de janeiro, participava de uma cerimônia como ministro do STF. O silêncio dos ex-chefes militares durante o interrogatório causou surpresa para alguns, pois vai contra a tradição das Forças Armadas.

O ministro Flávio Dino. (Foto: Reprodução)

O atual comando das Forças Armadas está lidando com essa situação inédita de maneira tranquila e em contato constante com o ministro Alexandre de Moraes. Eles aguardam o desenrolar das investigações para tomar as devidas medidas administrativas, sem falar em revanche, mas garantindo que os responsáveis pelos atos antidemocráticos serão responsabilizados.

“Essas coisas, quando estiverem concluídas, evidentemente vão demandar ações administrativas, depois das sentenças. Não estamos falando em revanche, não entendo isso como revanche. As pessoas que erraram vão responder por isso”, disse uma autoridade militar à colunista.

Ainda segundo fontes internas, os militares não têm todas as informações sobre o que ocorreu, especialmente com a delação do tenente-coronel Mauro Cid. No entanto, já está decidido que ele não será promovido e terá que deixar a carreira militar. O processo de depuração das Forças Armadas está em andamento para identificar e punir os envolvidos na tentativa de golpe.

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