Feira Central de Ceilândia busca inovar vendas e produtos para atender exigências do consumidor moderno

O diretor-geral da Feira Central de Ceilândia e presidente da Associação dos Feirantes da Feira Central de Ceilândia (Asfec), Jonathan Araújo, em entrevista ao Jornal TaguaCei assegurou que um dos objetivos da gestão dirigida por ele e mais uma equipe, é fazer com que a feira se adeque às novas exigências do mercado neste mundo pós-moderno. Após atingir uma das primeiras metas coladas pela atual gestão da feira, que era fazer do espaço um lugar higienizado e acolhedor, a direção busca agora se modernizar, seja em questões tecnológicas – recentemente a feira foi equipada com sistema de internet via wi-fi – o de mercadorias e produtos comercializados.

“Inovação é a arte no negócio”, enfatizou Jonathan. “Temos mostrado ao feirante a importância dele está melhorando seu box, a visibilidade, a se preocupar com a qualidade do atendimento, para que isso possa servir com um atrativo especial para os nossos clientes.”

Como lembra o diretor, a Feira Central sempre foi conhecida por ser um espaço de diversidade. Jonathan, que cresceu na feira, diz que os mias de 40 anos de existência da feira, deu aos feirantes uma experiência de que é preciso sempre renovar.

“Hoje os filhos vem trazendo essa era nova, essa tecnologia diferenciada, esse produto diferenciado, essa inovação. E nós sabemos que tudo é de acordo com o tempo, mas estamos no caminho”, diz.

Ao ser indagado sobre a crise econômica que assola o país e mundo, Jonathan explica que o momento tem afetado as vendas, porém ele acredita que é preciso criar ferramentas para driblar tal situação.

“Desde quando nós assumimos, dizemos nós porque eu não faço nada sozinho, tenho uma equipe atrás de mim que me auxilia. Então, desde que assumimos, essa equipe assumiu alguns compromissos, como a limpeza do espaço, é uma marca nossa mesmo, porque nós queríamos oferecer um banheiro mais higienizado, corredores mais limpos, iluminação; assim, de fato, a gente sabe que tudo isso é mais do que detalhes, mas é importante para o cliente, o comerciante”, explica o diretor.

Se antes os produtos comercializados na feira giravam entorno de sapatos, confecção, tempero e comida, hoje, a diversidade de produtos se expandiu para  eletroeletrônico, pet, alumínio, acessórios em geral, salão de beleza, manicure, costureira, entre outros.

“Nós vamos abrindo as portas às novidades, àquilo que é a necessidade do público, e para àquilo que o público realmente precisa”, afirma Jonathan.

A ideia dos dirigentes da feira é manter que ela continue sendo o maior e mais frequentado espaço comercial de Ceilândia. Para isso, incentivar os comerciantes e lojistas a diversificar e sempre melhorar a qualidade de seus produtos, tem sido a segundo principal meta da atual gestão.

“Então imagina só um espaço como este, de 7 mil m² , o cliente entrar aqui e dizer: ‘vou comprar um roupinha para meu cachorro’. E nós não temos?! Não, hoje nós temos o segmento de pet e tantos outros. Então, são inovações que ao longo do tempo nós estamos desenvolvendo. É lógico que estamos longe do que queremos, mas estamos batalhando para chegarmos lá”, diz o diretor.

“Na Feira Central de Ceilândia nossa prioridade é atender bem nossos clientes, oferecendo um espaço higienizado, organizado para que você possa vir hoje, vir amanhã e vir sempre.”

Conheça a Feira Central de Ceilândia, que está localizada no Setor M, CNM 2, em Ceilândia Centro.

Para mais informações ligue (61) 3372-4411.

A feira funciona de quarta-feira a domingo, das 8h às 18h.

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