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Jornalistas da Folha e do The Intercept recebem prêmio sobre democracia e justiça

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***FOTO DE ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, BRASIL, 24-10-2019 – Os jornalistas Patricia Campos Mello e Glenn Greenwald recebem o Prêmio Especial Vladimir Herzog 2019 no Tucarena. (Foto: Ze Carlos Barretta/Folhapress)Mais

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A repórter Patrícia Campos Mello, do jornal Folha de S.Paulo, e o jornalista americano Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, foram homenageados nesta quinta-feira (24) com o Prêmio Especial Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos deste ano. A cerimônia ocorreu no teatro Tucarena, em São Paulo.

O prêmio especial é direcionado a personalidades ou jornalistas com atuação destacada e contribuições para a democracia, paz e justiça.

Repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo, Campos Mello foi homenageada pela coragem e persistência diante de ameaças e represálias sofridas na internet. Ela é autora da reportagem que revelou que, durante as eleições de 2018, empresas brasileiras compraram de agências de marketing pacotes de mensagens em massa contra o PT, disparadas via WhatsApp.

A prática é vedada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Glenn, por sua vez, é homenageado pelo trabalho desenvolvido com a equipe do Intercept. O site tem publicado uma série de reportagens baseadas em mensagens trocadas no aplicativo Telegram por procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato e pelo ex-juiz Sergio Moro.

Os diálogos levantam suspeitas sobre a atuação de integrantes do Ministério Público e do Judiciário brasileiro.

O prêmio também homenageou Hermínio Sacchetta (1909-1982), que passou pela Redação da Folha de S.Paulo. Editor do jornal A Classe Operária, ele foi preso durante a ditadura do Estado Novo (1937-1945), de Getulio Vargas.

Em edições anteriores, foram laureados nomes como Elio Gaspari, colunista dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo, Tim Lopes, repórter investigativo da TV Globo assassinado em 2002, e Cláudio Weber Abramo, um dos maiores especialistas em combate à corrupção e pioneiro no jornalismo de dados, morto em agosto de 2018.

A premiação é promovida pelo Instituto Vladimir Herzog em conjunto com outras 13 entidades, como a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas).

Criado em 1979, o Prêmio Vladimir Herzog é considerado uma das principais condecorações do jornalismo brasileiro e reconhece trabalhos que valorizam a democracia e os direitos humanos. Neste ano, de acordo com a organização, foram 692 produções inscritas.

Seu patrono, o jornalista Vladimir Herzog, foi morto pela ditadura em abril de 1975. Sua morte se tornou um dos símbolos da luta pelos direitos humanos e contra o regime militar.

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