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Confissão e discurso suavizado: o que diz a esquerda sobre ato de Bolsonaro

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Aliados do presidente Lula (PT) usaram o X (antigo Twitter) para criticarem evento na avenida Paulista

Bolsonaristas lotaram a avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo (25) - Foto: Nelson Almeida/AFP

Bolsonaristas lotaram a avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo (25) — Foto: Nelson Almeida/AFP

Após o ato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na avenida Paulista, em São Paulo, a base do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou o X, antigo Twitter, para criticar o evento. As principais alegações são de que Bolsonaro confessou a existência da “minuta do golpe”, documento que seria a prova da tentativa de manutenção do direitista no poder mesmo após as eleições; e de que o líder da direita adotou um discurso suavizado, distante das ameaças feitas ao Poder Judiciário em manifestações anteriores. 

A presidente da executiva nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), disse que Bolsonaro tentou “posar de vítima”. “Não adianta amaciar discurso nem posar de vítima, o Brasil e o mundo conhecem o prontuário antidemocrático, ditatorial e fascista de Jair Bolsonaro. Continua sendo e sempre será uma ameaça à democracia, ao estado de direito e à paz. O que Bolsonaro fez foi terceirizar para Malafaia os ataques que sempre fez à Justiça, às instituições e à verdade”, escreveu. 

Vice-líder do governo na Câmara e pré-candidato à Prefeitura de BH, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) gravou um vídeo comentando o ato. “Ainda sem acreditar que o inelegível, em plena avenida Paulista, admitiu ter conhecimento da minuta do golpe e produziu prova contra ele próprio. Não sei se é cinismo, incognição. Sei lá… A inteligência não é muito grande”, digitou.

O mesmo tom de Rogério foi adotado por outros deputados federais, como Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ), Bohn Gass (PT-RS), Guilherme Boulos (Psol-SP) e Helder Salomão (PT-ES). 

Outra alegação da esquerda é de que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou apagar seus erros. A crítica foi sobre a frase “passar uma borracha no passado”, dita pelo líder da direita em seu discurso em São Paulo. A declaração foi alvo de críticas dos deputados Ivan Valente (Psol-SP) e Fernanda Melchionna (Psol-RS). 

Com informações do O Tempo

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