A delegada da PF Denisse Ribeiro, que tentou barrar a operação de busca e apreensão contra bolsonaristas e deputados ligados ao governo suspeitos de organizarem os atos golpistas dos últimos meses, é a mesma que chefiou as investigações da Operação Acrônimo.
Agora, temeu um “risco desnecessário” à estabilidade das instituições, chegando a pedir o cancelamento da operação a Alexandre de Moraes.
Anos atrás, era mais destemida: a Acrônimo, que apurou esquema de lavagem de dinheiro para campanhas eleitorais basicamente centrada no PT (campanhas de Dilma Rousseff e Fernando Pimentel), teve doze fases. Realizou 180 mandados de busca e apreensão e cerca de 30 conduções coercitivas, fora as delações premiadas, como a do notório Benedito Oliveira, operador de Pimentel.
Do Blog de Lauro Jardim no Globo:
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