Furtos, brigas e atos obscenos: em dois meses, 73 crimes foram registrados em acampamento golpista do DF

A informação consta no relatório de intervenção sobre os atos antidemocráticos apresentado por Ricardo Capelli

Forças de segurança diante de apoiadores de Jair Bolsonaro em Brasília (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

Desde a instalação até a desmobilização do acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército em Brasília, foram registrados 73 crimes na região, informa reportagem de Paolla Serra no jornal O Globo. 

De acordo com a reportagem,  a informação consta no relatório de intervenção sobre os atos antidemocráticos apresentado por Ricardo Capelli ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira. 

O documento mostra que, entre 1o de novembro de 2022 e 9 de janeiro de 2033, ocorreram furtos, lesões corporais, danos e até atos obscenos na região.

Muitos dos bolsonaristas que estavam acampados possuem fichas criminais, como a “Dona Fátima de Tubarão”, que já foi presa por tráfico de drogas, exploração de menores, falsificação de documentos e estelionato. Ela foi detida novamente nesta sexta-feira (27) por envolvimento nos atos terroristas do dia 8 de janeiro. 

O documento mostra que, entre 1o de novembro de 2022 e 9 de janeiro de 2033, ocorreram furtos, lesões corporais, danos e até atos obscenos na região.

Muitos dos bolsonaristas que estavam acampados possuem fichas criminais, como a “Dona Fátima de Tubarão”, que já foi presa por tráfico de drogas, exploração de menores, falsificação de documentos e estelionato. Ela foi detida novamente nesta sexta-feira (27) por envolvimento nos atos terroristas do dia 8 de janeiro. 

O documento mostra que, entre 1o de novembro de 2022 e 9 de janeiro de 2033, ocorreram furtos, lesões corporais, danos e até atos obscenos na região.

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