Calor extremo na Europa pode ser mais difícil de suportar do que no Brasil, explicam especialistas

Dias mais longos, prédios preparados para o frio e baixa presença de ar-condicionado tornam as ondas de calor mais severas no continente europeu.

Ceilândia em Alerta – Apesar de muitas cidades brasileiras registrarem temperaturas iguais ou até superiores às da Europa, especialistas explicam que o calor extremo enfrentado pelos europeus pode ser muito mais difícil de suportar. Segundo informações publicadas pelo Diário do Centro do Mundo, fatores como a duração dos dias, o tipo de construção das moradias e a infraestrutura urbana contribuem para agravar os efeitos das ondas de calor.

No verão europeu, o Sol permanece no céu por muito mais tempo. Em cidades como Berlim, por exemplo, a luz solar pode durar mais de 16 horas por dia, fazendo com que ruas, prédios e calçadas acumulem calor durante um período prolongado. Esse aquecimento contínuo dificulta o resfriamento dos ambientes, principalmente durante a noite.

Outro fator importante é a arquitetura das construções. Como a Europa historicamente enfrentou invernos rigorosos, grande parte dos edifícios foi projetada para conservar calor. Durante ondas de calor, essas edificações acabam retendo altas temperaturas no interior das residências por vários dias consecutivos, aumentando o desconforto da população.

Além disso, o ar-condicionado ainda não é um equipamento comum em muitos países europeus. Sem sistemas eficientes de refrigeração, o calor acumulado dentro das casas dificulta o descanso durante a madrugada e aumenta os riscos de desidratação, exaustão térmica e outras complicações de saúde, especialmente entre idosos e pessoas mais vulneráveis.

Especialistas também alertam que as ondas de calor têm se tornado mais frequentes e intensas devido às mudanças climáticas. A Europa é considerada um dos continentes que mais aquece no planeta, o que reforça a necessidade de investimentos em adaptação urbana, ampliação de áreas verdes e políticas públicas para proteger a população diante dos eventos climáticos extremos.

*Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.

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