Início Distrito Federal TCU aprova novo leilão para concessão do Aeroporto de Brasília
Distrito Federal

TCU aprova novo leilão para concessão do Aeroporto de Brasília

Compartilhar
Compartilhar

Acordo prevê investimentos de R$ 1,2 bilhão na capital e a inclusão de aeroportos do Centro-Oeste, Paraná e Bahia no contrato até 2037

Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (1/4), um acordo estratégico para a repactuação da concessão do Aeroporto Internacional de Brasília. A decisão estabelece a realização de um novo leilão em 2026, sob um modelo de processo competitivo simplificado.

A empresa vencedora assumirá a gestão do terminal brasiliense até 2037 e, como contrapartida, ficará responsável pela modernização e operação de outros dez aeroportos regionais espalhados pelo Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Bahia.

O novo contrato exige um montante de aproximadamente R$ 1,2 bilhão em melhorias exclusivas para o sítio aeroportuário de Brasília. Entre as obras previstas estão a construção de um novo terminal internacional, um edifício-garagem e uma nova via de acesso ao aeroporto, além da compra de equipamentos modernos de segurança.

Para os dez terminais regionais — que incluem cidades como Bonito (MS), Ponta Grossa (PR) e Barreiras (BA) — o investimento estimado é de R$ 857,8 milhões. A iniciativa faz parte do Programa AmpliAR, que busca utilizar a expertise de grandes concessionárias para desenvolver a aviação em cidades de menor porte.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, o ajuste do contrato à realidade atual do setor garante mais eficiência ao sistema. “Essa medida traz segurança para novos investimentos, melhora o serviço para os usuários e leva o modelo de concessões a novos aeroportos, uma inovação que trará benefícios para outras cidades”, avaliou o ministro. O acordo também marca a saída definitiva da Infraero da concessão, que detinha 49% de participação societária e será remunerada pela nova administradora.

A atual concessionária, Inframerica, terá participação obrigatória no certame de 2026, que terá um lance mínimo de 5,9% das receitas brutas. Para Daniel Longo, secretário nacional de Aviação Civil, o modelo garante o interesse público ao trocar obrigações contratuais por investimentos diretos na malha aérea nacional.

“O programa prevê o repasse da administração de aeroportos de menor porte às atuais concessionárias, garantindo-se o desenvolvimento do sistema aeroportuário”, explicou. Com a repactuação, o governo federal espera consolidar Brasília como um hub ainda mais robusto, conectando a capital a destinos regionais antes desassistidos por grandes operadores privados.

Com informações do Correio Braziliense

Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.

Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.

Compartilhar
Artigos Relacionados

Brasília mantém vocação de acolher brasileiros em busca de recomeços

A capital federal nasceu do deslocamento de milhares de brasileiros que cruzaram...

Brasília, 66: uma cidade que ainda encanta pelo seu modernismo e sua beleza incomum

Capital planejada simboliza o projeto de um Brasil moderno e soberano, marcado...

Aniversário de Brasília com opções variadas para todas as idades

Do esporte às atividades ao ar livre, as opções para se divertir...

Gripe K no DF: saiba em quais situações o uso de máscara é indicado

Pesquisadora da UnB lidera estudo da Máscara Vesta, capaz de filtrar e...