Lauro Jardim publicou, agora há pouco, que o porteiro que se ouve na gravação apresentada como álibi por Carlos e Jair Bolsonaro, por ter ligado para a casa do ex-PM acusado de matar Marielle Franco e Anderson Campos e não para o imóvel do então deputado e hoje presidente, não é o mesmo que anotou a placa e o destino do cúmplice de Ronnie Lessa e depôs dizendo que o “Seu Jair” autorizara a sua entrada.
Embora seja, possível, claro, que num intervalo de três minutos mudasse o porteiro, é mais que improvável que isso acontecesse.
Na sua coluna em O Globo, Lauro assegura que o porteiro que fez o depoimento continua de férias.
Claro que é história, porque certamente o porteiro não foi para Orlando ou Mônaco e pode perfeitamente ser localizado em casa.
A menos que, como é provável e prudente, tenha “picado a mula” diante do que podem fazer com ele.
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