CA – Segundo o Brasil 247, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, em reunião no Palácio do Planalto, a criação de uma estratégia nacional para inteligência artificial (IA) e afirmou que o Brasil não deve se limitar a consumir tecnologias desenvolvidas por outros países.
O encontro ocorreu na noite de terça-feira (11) e reuniu ministros, pesquisadores, acadêmicos e representantes do setor privado. Lula afirmou que o país precisa avançar no desenvolvimento de capacidades próprias e utilizar a inteligência artificial de acordo com suas necessidades.
“Essa reunião é o começo definitivo que vamos entrar na era da IA, não tem mais volta”, afirmou o presidente.
Segundo a reportagem, o governo discute o tema há mais de dois anos, mas ainda não definiu medidas concretas, investimentos, fontes de financiamento ou prazos para implementação de uma nova estratégia.
Soberania digital
A reunião teve como um dos principais temas a soberania digital, conceito que envolve a capacidade de o país desenvolver e controlar infraestrutura tecnológica, dados, sistemas de segurança e soluções próprias.
Representantes de 12 áreas do governo federal participaram das discussões, incluindo Fazenda, Casa Civil, Relações Exteriores, Segurança, Comunicações, Minas e Energia, Planejamento, Gestão e Inovação e Ciência e Tecnologia.
Também participaram o vice-presidente Geraldo Alckmin, pesquisadores de universidades e representantes de empresas de tecnologia.
IA e eleições
Durante o encontro, Lula também discutiu os possíveis impactos da inteligência artificial sobre as eleições e o desenvolvimento nacional. A presença de representantes das áreas de segurança, comunicação e ciência indica que o governo trata a tecnologia como uma questão que envolve não apenas inovação, mas também segurança institucional e proteção de dados.
Apesar das discussões, ainda não foram anunciados programas específicos ou investimentos para colocar a estratégia em prática.
Minerais críticos
Lula também voltou a defender uma nova reunião para discutir terras raras e outros minerais críticos, considerados importantes para cadeias produtivas relacionadas à tecnologia.
O presidente afirmou que pretende realizar um encontro menor para tratar do assunto. A agenda aproxima duas áreas consideradas estratégicas pelo governo: o desenvolvimento de tecnologia nacional e o aproveitamento de recursos minerais necessários para a indústria tecnológica.
Até o momento, segundo a reportagem, medidas concretas, investimentos e prazos para as duas agendas ainda não foram definidos.
*Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



