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Sem Lula, quais são as chances de uma guerra civil no Brasil?

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No golpe que derrubou a presidenta eleita Dilma Rousseff não faltaram vozes do bom-senso para alertar sobre o risco de uma guerra civil no Brasil em virtude da quebra do pacto constitucional de 1988, que, além do impeachment fajuto, foi agredido com a retirada de direitos do povo trabalhador brasileiro.

Uma dessas vozes foi o senador Roberto Requião (MDB-PR). Em diversos discursos no Senado ele previu que chegaria o momento da insurgência, da guerra civil, do levante popular contra a retirada de direitos do povo brasileiro.

O diabo é que a situação se agravou ainda mais com a prisão ilegal e sem provas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Polícia Federal de Curitiba, com o intuito de tirá-lo da disputa presidencial deste ano.

Respondendo à pergunta do título, sim, são grandes as chances de uma guerra civil no Brasil. O ambiente político e a degradação social são combustíveis perfeitos para o “estouro da boiada”.

Entretanto, vem da senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, a serena proposta de estabilizar e pacificar o Brasil por meio da participação de Lula no processo eleitoral de outubro.

“Excluir Lula da disputa é aprofundar a instabilidade no país, com votos brancos e nulos ganhando as eleições. Sem legitimidade do voto ninguém conseguirá pacificar o Brasil e resgatar seu desenvolvimento. Só Lula pode cumprir esse papel”, disse a dirigente petista.

De acordo com a senadora, a pesquisa Datafolha deixa duas certezas: Lula é o preferido pra governar o Brasil e é o grande eleitor de 2018.

“Lula é autoexplicativo, seus governos foram os melhores para a maioria do povo e se comparados ao que vivemos hoje era quase o paraíso”, completou.

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