Fome, inflação e informalidade desafiam discurso de Bolsonaro sobre ‘economia pujante’

O aumento no custo da alimentação no mesmo período chegou a 13,43%, embora o ritmo de elevação tenha perdido força em agosto (0,24%)

Nathalia Garcia e Pedro Ladeira
Brasília, DF

Fome, precariedade no mercado de trabalho e corrosão do poder de compra provocada pela inflação, que se manteve em dois dígitos durante quase um ano, ainda desafiam o discurso do presidente Jair Bolsonaro (PL), em campanha pela reeleição, sobre o Brasil ressurgir com uma economia pujante.

Apesar de dois meses seguidos de deflação (queda de preços) puxada pela redução das alíquotas de ICMS sobre combustíveis e energia elétrica, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) acumula alta de 8,73% em 12 meses.

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