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Major da reserva, alvo de operação da PF, é afastado de empresa pública de SP

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Major Angelo Martins Denicoli e Jair Bolsonaro. Foto: reprodução

A gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) tomou a decisão de afastar o major da reserva do Exército, Angelo Martins Denicoli, de suas funções na Prodesp, empresa pública de tecnologia da informação de São Paulo, segundo informações do G1.

O movimento veio à tona após o militar ser alvo de busca e apreensão durante a Operação Tempus Veritatis, conduzida pela Polícia Federal (PF) na última quinta-feira (8).

Denicoli está sob investigação no inquérito relacionado à suposta tentativa de golpe de Estado e desmantelamento do Estado Democrático de Direito durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com o relatório que fundamentou a operação, a PF alega que o major da reserva integrava um núcleo de “desinformação” dentro do esquema.

Segundo as autoridades, Denicoli estaria envolvido na produção, disseminação e amplificação de notícias falsas relacionadas ao processo eleitoral, incluindo sua interlocução com Fernando Cerimedo, responsável por uma live com ataques às urnas.

Major alvo de ação da PF é suspeito de integrar grupos que promoviam ataques virtuais a opositores | Brasil | cbn
Major Angelo Martins Denicoli. Foto: reprodução

Anteriormente, o major do Exército ocupava o cargo de assessor especial na Prodesp e foi obrigado a entregar seu passaporte por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Ele também havia sido diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Ministério da Saúde durante a gestão do ex-ministro Eduardo Pazuello.

Em resposta, a Prodesp confirmou apenas o afastamento de Denicoli sem fornecer detalhes sobre a duração desse afastamento ou se ele continuará a receber seu salário de R$ 32 mil, conforme indicado pelo Portal da Transparência do estado de São Paulo.

Enquanto isso, Wagner Rosário, ex-ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) e atual Controlador Geral do estado de São Paulo, permaneceu em seu cargo, apesar de ter participado de uma reunião mencionada pela PF como um dos episódios relacionados à suspeita de envolvimento de militares e ex-ministros na tentativa de golpe de Estado.

A reunião realizada em 5 de julho de 2022 foi gravada e o vídeo se tornou uma das evidências utilizadas para fundamentar a operação da Polícia Federal.

Com informações do Diário do Centro do Mundo

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