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Como agirão governo, PGR e judiciário diante da celebração dos 60 anos do golpe pelo Clube Militar?

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No próximo dia 27/3, o Clube Militar programa celebrar os 60 anos do golpe de 31 de março que implantou a ditadura que durou 21 anos.

O almoço de celebração, segundo convite disponível no site do Clube Militar, pretende “relembrar os 60 anos do Movimento Democrático de 31 de março de 1964”. Sim, chamam o golpe de “Movimento Democrático”.

Logo abaixo do cabeçalho do convite, está reproduzida a seguinte frase em forma de ordem e ameaça: “A História que não se Apaga nem se Reescreve!” – escrita com as iniciais em maiúsculas e com ponto de exclamação no final.

Trata-se, evidentemente, de uma atividade ilícita, pois faz apologia de dois crimes cometidos pelos militares no golpe de 1964 que o Clube Militar chama de “Movimento Democrático”: [1] o crime de abolição do Estado de Direito e [2] e o crime de deposição do governo legitimamente eleito do presidente João Goulart, Jango.

O presidente Lula proibiu a realização de qualquer atividade oficial do governo de rememoração dos 60 anos do golpe, o que pode representar um erro histórico.

E agora, como agirão o governo, a PGR e o judiciário diante desta iniciativa ilícita e provocadora do Clube Militar?

Com informações do VioMundo

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