Nos EUA, Gilmar Mendes não precisaria recuar diante de militares

Binho Oliveira
Agora mesmo · UOL ·
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Esses corajosos defensores da pátria perderam a oportunidade de pedir perdão pelos crimes da ditadura de 1964 quando reagiram de forma golpista às conclusões da Comissão da Verdade. Diante da oportunidade histórica, trataram de desqualificar o relatório sobre os crimes de estado cometidos pela ditadura e deram apoio, nos bastidores, ao golpe parlamentar contra Dilma Rousseff. São muitos éticos e patriotas desde que estejam com dinheiro no bolso. Ganharam de Bolsonaro uma reforma da Previdência cheia de privilégios e de injustiça social mais uns penduricalhos para aumentar os salários em plena pandemia. É absurdo que nossos militares ainda se sintam em condições de dar lição d… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/kennedy-alencar/2020/07/14/nos-eua-gilmar-mendes-nao-precisa-recuar-diante-de-militares.htm?cmpid=copiaecola

Nos EUA, o mais graduado oficial da ativa, o general Mark Miller, pediu desculpa por ter dado a entender que os militares poderiam intervir na política doméstica.

Chefe do estado-maior das Forças Armadas, Miller foi fotografado caminhando com uniforme de combate ao lado do presidente Donald Trump em 1º de junho, dia em que manifestantes em Washington foram ilegal e duramente reprimidos na praça Lafayette por ordem da Casa Branca.

Dias depois, Miller se desculpou: “Eu não deveria ter estado lá. Minha presença naquele momento e naquele ambiente criou a percepção de envolvimento de militares em política doméstica. Como oficial da ativa, foi um erro com o qual aprendi e sinceramente espero que nós possamos aprender com ele.”

Talvez os militares brasileiros, tão ávidos para agradar Washington, possam aprender algo com os seus colegas americanos. Nos EUA, Gilmar Mendes não precisaria nem deveria ter recuado. Uma pena, pois a piscada do ministro do STF transmite a mensagem de que até ele se sente intimidado pelo golpismo militar, o que enfraquece a democracia.

No sábado, o ministro do Supremo Tribunal Federal disse uma verdade quando falou que as Forças Armadas estão se associando a um genocídio no Brasil. Ao aceitar aparelhar o Ministério da Saúde no meio de uma pandemia com militares incapacitados para a função, as Forças Armadas endossaram a estratégia genocida do presidente Jair Bolsonaro para enfrentar a covid-19.

Bolsonaro disse desde o começo dessa tragédia que todo mundo acabaria pegando coronavírus, que muita gente morreria porque é da vida e que ele não podia fazer nada. Demitiu um ministro da Saúde que ousou contrariá-lo ao defender medidas sanitárias minimamente sensatas. Boicotou a quarentena. Estimulou aglomerações sem usar máscara. Receitou cloroquina. É extensa a lista de crimes de responsabilidade cometidos pelo presidente da República.

1º.jun.2020 – O presidente dos EUA, Donald Trump, posa com uma Bíblia em frente à Igreja Episcopal de St. John, em Washington

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