Ceilândia em Alerta – O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou nesta terça-feira (18/8) que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que todos os termos de um memorando de entendimento sejam cumpridos. O acordo firmado entre Irã e Estados Unidos previa um cessar-fogo de 60 dias, encerrado na segunda-feira (17/8), segundo informações do Metrópoles.
Ghalibaf afirmou que a reabertura da importante passagem marítima depende do cumprimento de uma série de condições estabelecidas pelo governo iraniano. Entre elas estão o fim do bloqueio, a liberação de ativos congelados, a retirada das sanções sobre o petróleo e o encerramento de ameaças e operações militares.
“O Estreito de Ormuz não será reaberto até que o bloqueio seja levantado, os ativos congelados sejam liberados, as sanções ao petróleo sejam removidas, as ameaças militares e operações em todas as frentes sejam encerradas”, afirmou o presidente do Parlamento iraniano, segundo a mídia estatal.
O memorando entrou em vigor após negociações entre Teerã e Washington, mas o entendimento sofreu novos desdobramentos depois que os Estados Unidos acusaram o Irã de violar os termos acordados e retomar ofensivas contra o país.
Negociações com Omã
O impasse também envolve Omã, que vem participando das negociações relacionadas à navegação pelo Estreito de Ormuz.
Na segunda-feira (17/8), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou atacar o país caso Omã interferisse nas negociações com o Irã. Segundo declaração atribuída ao presidente americano à Fox News, os Estados Unidos poderiam bombardear o país caso ele “ficasse no caminho”.
Omã, no entanto, é um parceiro histórico dos Estados Unidos e não integra diretamente o conflito.
As negociações entre iranianos e omanenses continuam. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou na segunda-feira que as conversas seguem de forma séria.
O Estreito de Ormuz, localizado entre o Irã e Omã, é uma das principais rotas marítimas para o transporte internacional de petróleo e gás, o que faz com que qualquer restrição à navegação na região tenha potencial para afetar o mercado global de energia.
Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



