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Feira reúne livrarias, sebos e lojas no Espaço Cultural Renato Russo

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Feira Dead Rabbit de Quadrinhos ocorre neste final de semana, das 11h às 20h. A entrada é gratuita e livre.

Criada como uma forma de suprir a falta de eventos relacionados a gibis em Brasília, a Feira Dead Rabbit de Quadrinhos surgiu em 2023, quando teve sua primeira edição. Até aqui, foram realizadas quatro edições, e o Espaço Cultural Renato Russo recebe a quinta edição neste final de semana, das 11h às 20h. A entrada é gratuita e livre. 

O evento tem o selo de quadrinhos independente Dead Rabbit Comics. Entre os participantes, estão quadrinistas, ilustradores e artistas plásticos. A feira contará com a participação de livrarias, sebos e lojas que vendem histórias em quadrinhos, desde as mais antigas até as atuais, e outros produtos derivados da cultura geek — estilo de vida e subcultura baseado no interesse por tecnologia, cultura pop, games, quadrinhos, ficção e outros. Durante o festival, o público pode levar quadrinhos para doação e troca e ainda concorrer a prêmios. 

A edição tem como diferencial a volta do Cineclube Dead Rabbit, com cinco filmes baseados em quadrinhos. Também é a primeira vez que a feira conta com um painel no Teatro Galpão, com uma homenagem à escritora Carolina Maria de Jesus, autora de Quarto de Despejo. 

Ricardo Diniz, quadrinista e produtor da feira, destaca que a cada edição a tentativa é dar oportunidade para artistas veteranos e também novos artistas, mas sempre priorizando quem trabalha com quadrinhos. “Eventos como esse trazem a importância da leitura e a volta da popularidade dos gibis. E serve, também, para que o público conheça os artistas locais e tenha contato com seus trabalhos. Os quadrinhos independentes têm crescido cada vez mais e a interação dos artistas com o público fortalece a cena”, explica. 

O diferencial desta edição é a presença do cartunista paulistano Fernando Gonsales, criador do personagem e tira Níquel Náusea, publicada desde 1985 na Folha de S.Paulo. Para Gonsales, o mercado dos quadrinhos no Brasil continua difícil para se profissionalizar, mas já foi pior. “Tem muita gente boa fazendo coisas bem incríveis por aí. Agora é mais fácil publicar de forma independente, muito por causa da internet e também dá para acompanhar melhor. No entanto, todo mundo tem que se virar como pode”, disse.

A produção das HQs é um trabalho contínuo, “gota a gota”, como diz Gonsales. Para ele, a fonte de inspiração é o universo dos animais, assunto com o qual está familiarizado. “Sou formado em biologia e veterinária, o que me dá mais base para escrever. As observações do dia a dia também são muito úteis, porque misturo as informações dos animais com as coisas da humanidade, que é uma categoria estranha de animais”, afirmou o cartunista.

5ª Feira Dead Rabbit de Quadrinhos

Hoje, das 11h às 20h, no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul). Entrada gratuita. Classificação indicativa livre. 

*Estagiária sob a supervisão de Severino Francisco

Com informações do Correio Braziliense

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