2 anos de reconstrução: Lula promove queda do desmatamento e investimentos verdes

Com políticas eficazes e cooperação interministerial, governo Lula reverte danos ambientais de Bolsonaro e projeta futuro sustentável para o país

Em dois anos, a redução expressiva dos indicadores de desmatamento tem sido uma das marcas do governo Lula na área ambiental

A 4ª Reunião Ordinária da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, realizada na semana passada, não deixou dúvida: o compromisso do governo Lula com o meio ambiente não era retórica de campanha. Nos últimos dois anos, o projeto de reconstrução do país reverteu muitos dos danos causados pela gestão catastrófica de Bolsonaro sobre a saúde climática do Brasil. Os dados divulgados na quarta-feira (16), por exemplo mostraram uma redução acentuada no desmatamento dos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia.

Entre agosto e novembro de 2024, o desmatamento no Pantanal caiu 77,2% em relação ao mesmo período de 2023, totalizando 146,15 km². No Cerrado, a queda foi de 57,2%, com 818 km² desmatados. Já na Amazônia, a redução foi de 30,6% entre agosto de 2023 e julho de 2024, registrando o menor índice dos últimos nove anos.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou a eficácia dos planos de prevenção e controle do desmatamento ao afirmar: “Os números mostram que estamos no caminho certo, mas o desafio de alcançar o desmatamento zero ainda exige esforços contínuos.”

Os números refletem o comprometimento do governo Lula em implementar políticas públicas eficazes de combate à devastação ambiental e aos incêndios criminosos que se alastraram pelo país ao longo de 2024, contrastando fortemente com o período de negacionismo climático de Bolsonaro e de seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Compromisso com a sustentabilidade e desenvolvimento

Após o retorno do Fundo Amazônia em 2023, o governo aprovou investimentos de R$ 1,3 bilhão em projetos e chamadas públicas, marcando o maior volume de recursos em 15 anos. Além disso, o Fundo voltou a receber doações, totalizando R$ 726 milhões, interrompendo o congelamento ocorrido na gestão anterior.

Para 2025, está previsto um investimento de R$ 120 milhões para a prevenção e controle de incêndios em áreas federais prioritárias, sob gestão do IBAMA.

Parcerias e investimentos para o futuro

O Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia, lançado em setembro de 2024, é outra iniciativa crucial, com R$ 730 milhões destinados ao desenvolvimento sustentável e combate ao desmatamento em 70 municípios prioritários. Desse total, R$ 600 milhões são do Fundo Amazônia, enqua

nto R$ 130 milhões vêm do Programa Floresta+, que busca consolidar ações de serviços ambientais.

Durante o lançamento do programa no Palácio do Planalto, o presidente Lula destacou a importância da cooperação entre o governo federal, estados e municípios, afirmando que os investimentos ajudarão o país a atingir a meta de desmatamento zero até 2030.

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