Empresa do bilionário Elon Musk enfrenta concorrência de empresas chinesas e do Project Kuiper, de Jeff Bezos

A rede de comunicações Starlink, do bilionário Elon Musk, vem passando por um período de intensificação da concorrência no mercado de internet via satélite no Brasil. Sessa liderança tem sido desafiada por novos entrantes, como a SpaceSail – empresa sediada em Xangai – e pelo serviço Project Kuiper, financiado pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos, destaca a Sputnik, citando a agência Reuters,.
A SpaceSail assinou um acordo para entrar no mercado brasileiro e, apenas dois meses após a formalização do pacto, já iniciou operações no Cazaquistão. Paralelamente, o Brasil iniciou negociações com o Project Kuiper e com a Telesat, do Canadá, em busca de soluções que viabilizem o acesso a uma internet de alta velocidade a preços mais competitivos, sobretudo para áreas remotas.Play Video
Desde 2020, a Starlink lançou mais satélites em órbita baixa da Terra (LEO) do que todos os seus concorrentes somados. Essa estratégia não só ampliou a cobertura do serviço – alcançando regiões isoladas e áreas de conflito, como a atual guerra na Ucrânia – como também despertou apreensão entre governos e analistas, que veem essa expansão como um estímulo para o investimento em tecnologias concorrentes e pesquisas militares.
A pressão tem se intensificado com a atuação da China, que, no ano passado, lançou um recorde de 263 satélites LEO em uma tentativa de rivalizar com a constelação de Musk. A SpaceSail, por sua vez, planeja lançar 648 satélites este ano e atingir a marca de 15.000 satélites até 2030, enquanto a Starlink, que já conta com cerca de 7.000 satélites, tem planos de operar 42.000 unidades até o final da década. Em contrapartida, Pequim projeta a constelação Qianfan – seu primeiro avanço internacional na banda larga via satélite – e almeja lançar 43.000 satélites LEO nas próximas décadas.
Nesse cenário de disputa hegemônica entre os EUA e a China pela liderança tecnológica, formuladores de políticas ocidentais demonstram maior apreensão com a expansão chinesa. Ainda conforme a reportagem, pesquisadores do Conselho de Política Externa dos Estados Unidos sugerem que Washington intensifique a cooperação com nações do Sul Global para contrapor a influência de Pequim, destacando que a questão vai além da competitividade comercial e envolve também aspectos de “segurança”.
A rápida expansão da Starlink e seu emprego em situações de conflito, como na Ucrânia, chamaram a atenção de pesquisadores militares chineses. Em resposta, a China vem investindo significativamente no desenvolvimento de redes de satélite rivais, aprimorando ferramentas para rastrear a constelação da Starlink e focando em sistemas de comunicação de baixa latência e custo reduzido.
Com informações do Brasil 247
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