O movimento de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz caiu ao menor nível em mais de dois meses, em meio ao aumento das preocupações com a segurança da navegação e a escalada das tensões militares entre Estados Unidos e Irã. A redução no tráfego acende alertas sobre possíveis impactos no mercado global de energia.
Segundo informações divulgadas pelo Brasil 247, apenas uma embarcação deixou a passagem estratégica na quinta-feira (23), enquanto nenhum navio entrou na rota naquele dia. Os dados são da empresa de inteligência de mercados Kpler e indicam uma forte queda no movimento marítimo da região.
O único petroleiro que atravessou o Estreito de Ormuz foi o New Giant, carregado com aproximadamente 2 milhões de barris de petróleo bruto iraquiano. A embarcação saiu do terminal de Basra e tem como destino a China.
A redução no fluxo ocorre em um momento de aumento dos conflitos entre Estados Unidos e Irã, elevando os riscos para uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. O Estreito de Ormuz é considerado estratégico para o abastecimento global de energia e qualquer interrupção prolongada pode afetar preços, custos de transporte e cadeias de produção.
Enquanto o tráfego diminuiu em Ormuz, outras rotas marítimas passaram a registrar maior movimentação. Empresas de navegação também começaram a alterar trajetos para evitar áreas consideradas de risco, aumentando custos de combustível, seguro e tempo de viagem.
Com a tensão internacional e o temor de restrições no fornecimento, o petróleo voltou a se aproximar da marca de US$ 100 por barril. O mercado acompanha a situação diante da possibilidade de novos impactos sobre a economia mundial.
*Nota de Transparência: Esta reportagem foi reescrita com auxílio de inteligência artificial, com revisão editorial, preservando a fidelidade das informações originalmente divulgadas.



