BNDES bate recorde de crédito e alimenta crescimento do país

“O BNDES trabalhou de forma republicana, orientação de Lula”, afirmou Aloizio Mercadante, presidente do banco; em 2024, foram R$ 276,5 bilhões em empréstimos

Mercadante: “repassamos, em dois anos, R$ 33,1 bilhões para estados e municípios, independentemente do partido ou opção política”

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou em 2024 um volume recorde de liberação de crédito, atingindo a marca de R$ 276,5 bilhões. Os números confirmam o papel estratégico da instituição no desenvolvimento do país. Segundo o presidente do banco, Aloizio Mercadante, a atuação do BNDES seguiu a orientação de Lula, operando de forma republicana e transparente para alavancar a economia e fomentar investimentos produtivos.

A ampliação do crédito foi fundamental para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), que receberam R$ 156,3 bilhões em 2024. Esse montante representa um crescimento de 119,8% em relação a 2022, último ano do governo anterior. Para Mercadante, os números confirmam o compromisso do governo com um desenvolvimento econômico mais democrático e descentralizado, garantindo acesso ao crédito a quem mais precisa.

“Estamos falando de um resultado extraordinário que, seguramente, ajudou a democratizar o acesso ao crédito e a irrigar a retomada do investimento, a geração de emprego e o crescimento da economia”, declarou.

Crédito para infraestrutura, inovação e indústria

O impacto da atuação do BNDES se estende por diversos setores da economia. O banco liberou R$ 190 bilhões para indústria, que voltou a liderar as aprovações de crédito pela primeira vez desde 2017. O setor agropecuário também foi beneficiado, com R$ 93,8 bilhões aprovados nos últimos dois anos, superando os valores liberados ao longo do governo anterior.

Na área de infraestrutura, a instituição destinou R$ 23,5 bilhões para concessões rodoviárias em 2024, um volume recorde em sua história. Entre os projetos financiados está a nova Dutra, considerada a maior obra rodoviária do país, com R$ 9,4 bilhões em debêntures.

O BNDES também se destacou no financiamento à inovação, com R$ 13,6 bilhões, e nos setores de fármacos (R$ 4,8 bilhões) e biocombustíveis (R$ 4,3 bilhões). Aloizio Mercadante enfatizou que esses investimentos fazem parte de uma política de crédito mais qualificada e com forte impacto no desenvolvimento tecnológico e sustentável do Brasil.

Governança e transparência

Outro dado importante revelado foi a queda na inadimplência, que atingiu 0,001%, a menor da história do banco e de todo o sistema financeiro nacional para atrasos de até 90 dias. O presidente do BNDES fez questão de ressaltar que os recordes de crédito foram alcançados sem comprometer a segurança financeira da instituição. “Precisamos reforçar sempre que o BNDES é a instituição pública mais transparente do Estado brasileiro, segundo o TCU e a CGU”, declarou.

Além disso, o banco repassou R$ 33,1 bilhões a estados e municípios nos últimos dois anos, sem distinção partidária, fortalecendo o pacto federativo e contribuindo para a execução de políticas públicas locais.

Sustentabilidade e retomada do Fundo Amazônia

No campo ambiental, o BNDES reforçou seu compromisso com a descarbonização da economia. O Fundo Clima, uma das principais ferramentas de financiamento para projetos sustentáveis, bateu recorde com R$ 10,2 bilhões em 2024. 

O banco também retomou as operações do Fundo Amazônia, que estava paralisado há quatro anos e, agora, soma R$ 2 bilhões em novos projetos aprovados, com foco na recuperação florestal e em iniciativas de desenvolvimento sustentável.

Reconhecimento e projeções para 2025

O desempenho do BNDES recebeu elogios de lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT). A deputada federal (PR) e presidenta da sigla, Gleisi Hoffmann, felicitou o presidente do banco pelo trabalho realizado, destacando que a instituição voltou a cumprir seu papel histórico. “É assim que a mais importante agência de desenvolvimento está sendo recuperada e contribuindo muito para o crescimento do país. Parabéns ao companheiro Aloizio Mercadante e toda a equipe do BNDES”, escreveu em suas redes sociais.

O deputado federal (SP) e secretário nacional de Comunicação do partido, Jilmar Tatto, também registrou o bom desempenho do BNDES em 2024. Nas redes sociais, Tatto lembrou que “O BNDES foi atacado pelos desgovernos de Temer e Bolsonaro, mas o governo Lula  resgatou o banco de volta para os interesses brasileiros!”.

Também nas redes sociais, o deputado federal (CE) e líder do governo na Câmara, José Guimarães, citou os números alcançados pela instituição e reforçou que “a reconstrução do Brasil avança com investimentos vultosos.”

Para 2025, a meta do BNDES é continuar ampliando o crédito, com expectativa de alcançar R$ 30 bilhões em novos financiamentos rodoviários, além de fortalecer a política industrial e os investimentos em inovação e infraestrutura.

Com informações do PT Org

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