Levantamento aponta como causas a melhora do mercado de trabalho, inflação controlada, aumento da renda das famílias, entre outros avanços registrados pelo governo Lula; novo patamar está 7,2% acima do registrado em janeiro de 2023

Dados confirmam visão do presidente Lula de que o reforço da renda do trabalhador faz a economia girar
A melhora do mercado de trabalho, a inflação controlada e o aumento da renda das famíllias, entre outros avanços econômicos registrados no governo Lula, impulsionaram o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE, que subiu 1,8 ponto em julho, para 92,9 pontos, em sua segunda alta consecutiva – esse patamar está 7,2% acima do registrado em janeiro de 2023. Em médias móveis trimestrais, o índice ficou praticamente estável, variando 0,1 ponto, para 91,1 pontos.
“Em julho, a confiança dos consumidores aumentou pela segunda vez consecutiva, motivada principalmente pela melhora nas expectativas para os próximos meses, com forte alta do indicador de situação financeira futura das famílias. A avaliação dos consumidores sobre a situação presente, por outro lado, ficou estável no mês e continua caminhando de lado. O aumento da confiança continua sendo impulsionado, majoritariamente, pelas faixas de renda mais baixas. Esse resultado parece estar alinhado com um mercado de trabalho mais aquecido e controle da inflação, fatores preponderantes para formar a percepção dos consumidores dessa faixa.”, afirma Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE.
Em julho, a alta da confiança foi influenciada pelas expectativas em relação aos próximos meses enquanto nas avaliações sobre o momento atual ocorreu estabilidade. O Índice de Expectativas (IE) avançou em 3,0 pontos, para 101,1 pontos, em sua segunda alta consecutiva. Por outro lado, o Índice da Situação Atual (ISA) estabilizou em 81,6 pontos, mantendo-se no maior nível desde novembro de 2023 (82,0 pontos).
Entre os quesitos que compõem o ICC, o que mede as perspectivas para as finanças futuras das famílias foi o que apresentou a maior contribuição para a alta da confiança no mês ao avançar 6,7 pontos, para 107,1 pontos, maior nível desde agosto de 2023 (107,5 pontos). No mesmo sentido, o que mede o ímpeto de compras de bens duráveis aumentou pela segunda vez consecutiva, agora em 2,7 pontos, para 84,0 pontos. Apenas as perspectivas para a situação futura da economia apresentaram resultado negativo no mês ao recuar 0,9 ponto, para 109,4.
A estabilidade observada no ISA foi resultado de movimentos opostos entre os indicadores que o compõem: na percepção sobre as finanças pessoais das famílias, o indicador recuou 0,5 ponto, para 71,0 pontos, enquanto o que mede a percepção sobre a economia local avançou 0,5 ponto, para 92,5 pontos.
Com informações do Efeito Lula
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