Após permanecer durante a maior parte do dia com a cotação errada, o valor do dólar foi retirado do site de busca do Google

Variação do dólar afeta o orçamento familiar dos brasileiros – (crédito: DINO)
Após permanecer durante a maior parte do dia com a cotação errada, o valor do dólar foi retirado do site de busca do Google. Mais cedo, o Broadcast mostrou que a Advocacia Geral da União (AGU) pedirá informações ao Banco Central amanhã sobre o valor da moeda americana em relação ao real depois do ocorrido. A assessoria de imprensa do Google no Brasil informou que o link foi retirado “por ora”.
Quando a cotação exibida era de R$ 6,35, a plataforma informou que são várias as fontes de informação que trazem o valor. Na prática, tratam-se de provedores terceiros. Seguindo a orientação da empresa, o Broadcast chegou ao site da Morningstar, empresa que informa ter sede em Chicago e atuação em 27 países.
O Google esclareceu que há outras fontes de informação que podem ser acessadas pelos internautas, como a Investing. Ocorre que, neste canal, a cotação chegou a ser observada pela reportagem em até R$ 6,6076. Nos dois casos, as informações são dadas como de “tempo real” ou, em alguns casos, com um disclaimer sobre atrasos que costumam variar de 10 a 30 minutos.
Ainda que não surja como opção de resultados ao se fazer uma busca sobre a cotação do dólar, a informação diferente sobre a relação dólar/real acima das negociações de dois dias atrás segue na página do Google Finance – uma ferramenta da plataforma com informações sobre o desempenho dos ativos para investidores.
O mercado de câmbio não operou ontem e nem hoje, em função do Natal. A moeda americana com vencimento em janeiro de 2025, o contrato mais líquido, encerrou a segunda-feira valendo R$ 6,2050. O dólar à vista, R$ 6,1851.
Na semana passada, a AGU enviou ofícios à Polícia Federal e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedindo que sejam instaurados “procedimentos policial e administrativo”, respectivamente, para investigar fake news de redes sociais com falsas falas do diretor de Política Monetária e, agora, presidente interino do BC, Gabriel Galípolo. A intenção da AGU agora é reunir subsídios com o BC para eventual atuação relacionada à possível informação incorreta para verificar se é o caso de acionar juridicamente a plataforma multinacional que também atua no Brasil.
O mercado cambial tem passado por momentos de muita volatilidade desde o início do ano por vários motivos. Um deles é a saída significativa de recursos, como revela semanalmente o BC por meio das operações de dólar contratado. As remessas costumam ser maiores no último mês de todos os anos, mas, em 2024, recordes vêm sendo batidos. Para prover liquidez ao mercado, o BC vem ofertando moeda, também em valores atípicos para o período.
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