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Brasil tem 13 milhões de desempregados e 28,5 milhões de subutilizados

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Há mais de um ano, a falta de rumos para a economia brasileira tem condenado 13 milhões de pessoas ao desemprego. Os números relativos ao trimestre encerrado em maio deste ano foram divulgados nesta sexta-feira (28), no Rio de Janeiro, pelo IBGE.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), a população desocupada hoje é similar ao trimestre anterior – mas também ao igual período (março/abril/maio) de 2018. Ou seja, nem o governo Temer (encerrado em dezembro passado), nem tampouco o governo Bolsonaro (nos cinco primeiros meses de 2019), apontaram saídas que levassem em conta o combate ao desemprego no País.

Um dos indicadores que mostram a gravidade do problema é a quantidade de pessoas que recorrem, cada vez mais, ao trabalho sem carteira assinada. São os trabalhadores informais, que não desfrutam da maioria dos direitos previstos na legislação trabalhista.

No trimestre encerrado em maio deste ano, eles somaram 11,4 milhões de pessoas. É uma alta de 3,4% (mais 372 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018. O crescimento da informalidade até contribuiu para o aumento da população ocupada como um todo, que ficou em 92,9 milhões de pessoas. Mas mostra que a precarização do trabalho, sob os governos Temer e Bolsonaro, é constante.

Por fim, a população subutilizada voltou a bater recorde para a série histórica. São aquelas pessoas que estão desempregadas; ou que trabalham menos do que poderiam; ou que não procuraram emprego, mas estavam disponíveis para trabalhar; ou, ainda, que procuraram emprego, mas não estavam disponíveis para a vaga.

Os subutilizados já são 28,5 milhões de pessoas no trimestre encerrado em maio deste ano, 2,7% a mais do que em fevereiro deste ano e 3,9% a mais do que em maio do ano passado. “Mais de 60% manifestam uma vontade de trabalhar mais – e essa vontade não está sendo atendida. O mercado não absorve essa pressão”, resumiu a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.

A taxa de subutilização ficou em 25%, superior aos 24,6% de fevereiro e de maio do ano passado. O número de pessoas desalentadas, isto é, aquelas que que desistiram de procurar emprego, ficou estável (em ambas comparações temporais) em 4,9 milhões, também um patamar recorde na série histórica.

Com informações da Agência Brasil

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