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Governo Lula celebra menor desemprego da história no primeiro trimestre, com taxa de 6,1%

Dados do IBGE mostram recordes de renda e avanço do emprego formal no país

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O governo do presidente Lula celebrou nesta quinta-feira (30) a divulgação de novos dados do mercado de trabalho que apontam a menor taxa de desocupação da história para um primeiro trimestre no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, conforme dados da Pnad Contínua divulgados pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

O resultado representa uma queda de 0,9 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025, quando a taxa era de 7% — índice que, à época, já havia sido o menor da série histórica para primeiros trimestres. A nova marca reforça a trajetória de recuperação do mercado de trabalho ao longo do atual governo.

Renda e massa salarial atingem recordes

Além da queda no desemprego, os dados revelam um cenário de crescimento da renda no país. A massa de rendimento real dos trabalhadores — que corresponde à soma de todas as remunerações — atingiu R$ 374,8 bilhões, estabelecendo um novo recorde para o período.

Na comparação anual, houve aumento de 7,1%, o equivalente a R$ 24,8 bilhões a mais na economia. Já o rendimento médio real habitual também alcançou o maior valor da série histórica, chegando a R$ 3.722.

Lula celebra queda do desemprego

O avanço da renda foi registrado tanto na comparação trimestral quanto anual, com crescimento de 1,6% no trimestre e de 5,5% no ano, já descontados os efeitos da inflação.

Informalidade recua e emprego formal avança

Outro destaque positivo foi a redução da informalidade no mercado de trabalho. A taxa ficou em 37,3% da população ocupada, equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. O número representa queda em relação ao trimestre anterior (37,6%) e ao mesmo período de 2025 (38%).

Ao mesmo tempo, o emprego formal apresentou crescimento. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (excluindo domésticos) aumentou 1,3% no ano, com 504 mil novos postos formais, totalizando 39,2 milhões de trabalhadores.

Já o contingente de empregados sem carteira assinada recuou 2,1% no trimestre, com redução de 285 mil pessoas, chegando a 13,3 milhões.

Setores impulsionam ocupação e renda

A expansão do emprego também foi observada em setores estratégicos da economia. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, houve crescimento no número de ocupados em áreas como Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, que avançaram 3,2% (mais 406 mil pessoas).

O setor de Administração Pública também registrou alta expressiva, com aumento de 4,8% no contingente de ocupados, o equivalente a mais 860 mil pessoas.

Por outro lado, apenas o grupamento de Serviços Domésticos apresentou retração, com queda de 3,6% (menos 202 mil trabalhadores).

Trabalho por conta própria se mantém estável

O número de trabalhadores por conta própria permaneceu estável no trimestre, em torno de 26 milhões de pessoas. Na comparação anual, no entanto, houve crescimento de 2,4%, o que representa 607 mil trabalhadores a mais nessa condição.

Os dados reforçam uma tendência de melhora consistente no mercado de trabalho brasileiro, combinando redução do desemprego, aumento da formalização e crescimento da renda — fatores que contribuem para a dinamização da economia e o fortalecimento do consumo interno.

Com informações do Brasil247

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