O Brasil criou 921.645 empregos com carteira assinada no primeiro semestre de 2026, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego e repercutidos pela Agência Gov. O resultado elevou para cerca de 48 milhões o número de vínculos formais de trabalho no país.
De acordo com o levantamento, o estoque de empregos formais cresceu 1,96% no período. Apenas em junho, foram abertas 145.161 vagas, resultado de 2.220.131 admissões e 2.074.970 desligamentos.
O setor de Serviços liderou a geração de empregos no mês, com saldo positivo de 74.514 postos. Todos os cinco grandes setores da economia registraram crescimento: Agropecuária, Comércio, Indústria e Construção Civil também tiveram resultado positivo.
No acumulado do primeiro semestre, a Construção Civil se destacou com a criação de 168.962 empregos formais, alta de 5,73%. A Indústria abriu 143.442 vagas no período, crescimento de 1,6%.
A geração de empregos alcançou praticamente todo o país. Em junho, 25 das 27 unidades da Federação tiveram saldo positivo. São Paulo liderou em números absolutos, com 34.981 vagas, seguido por Minas Gerais, com 20.805, e Rio de Janeiro, com 16.856.
Os jovens tiveram participação importante no resultado. Trabalhadores de até 24 anos responderam pela maior parte das novas contratações registradas no mês, enquanto pessoas com ensino médio completo concentraram o maior volume de admissões.
O salário médio real de admissão chegou a R$ 2.404,34 em junho, alta de 0,7% em relação ao mês anterior e de 1,2% na comparação com junho de 2025.
Apesar do desempenho positivo, o resultado de junho ficou abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram criadas 161.999 vagas formais.
*Nota de transparência: Esta reportagem foi produzida com o auxílio de inteligência artificial para organização e aprimoramento do texto, passando por revisão, checagem e edição humana antes de sua publicação.



