
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou um documento de 25 páginas à Suprema Corte estadunidense na última sexta-feira (27) buscando suspender a implementação de uma lei que baniria o TikTok no país. A justificativa de Trump recorre a uma comparação controversa: a suspensão temporária da plataforma X, antigo Twitter, no Brasil, que ele afirma ter sido motivada por censura governamental contra apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).
Segundo a coluna de Jamil Chade, no Uol, Trump argumentou que a proibição do TikTok, que conta com mais de 170 milhões de usuários nos EUA, criaria um “precedente global preocupante” que poderia justificar a censura de plataformas digitais por outros governos.
Em sua linha de defesa, ele citou o caso brasileiro, descrevendo a suspensão do X como uma ação supostamente tomada para “silenciar críticos” do governo.
Vale lembrar que as alegações de Trump não correspondem aos fatos. A suspensão da plataforma X no Brasil foi motivada pelo descumprimento do Marco Civil da Internet e pela ausência de um representante legal da empresa no país. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), destacou que a conduta da empresa violava decisões judiciais e colocava em risco a segurança das eleições municipais de 2024.

Além disso, o STF acusou a plataforma de permitir a atuação de “milícias digitais” que espalhavam desinformação e ameaças contra autoridades brasileiras. A decisão não foi uma tentativa de censurar opiniões contrárias, mas sim de garantir o cumprimento das leis nacionais.
A lei que Trump tenta barrar exige que a ByteDance, empresa chinesa proprietária do TikTok, venda a plataforma a uma companhia estadunidense ou enfrente o banimento nos EUA. A medida foi aprovada pelo Congresso em abril, com prazo até 19 de janeiro para o desinvestimento. Caso contrário, o TikTok será proibido, um dia antes da posse de Trump.
Apoiando o TikTok, Trump dá uma guinada em relação à sua postura de 2020, quando tentou banir o aplicativo por questões de “segurança nacional”. A mudança de posicionamento ocorreu após o presidente eleito relatar ter recebido bilhões de visualizações na plataforma durante sua campanha.
Por outro lado, o Departamento de Justiça dos EUA mantém a posição de que o TikTok representa um risco à segurança nacional devido ao controle chinês sobre os dados dos usuários.
Com informações do PT Org
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
-
O segundo turno de 25 de outubro é a escolha entre um país que governa pelo diálogo e um clã que subjuga pela ameaça

O resultado negativo do primeiro turno despertou contingentes importantes para o perigo que ronda o país neste segundo turno Lula e Alckmin representam a convivência, por vezes turbulenta, como é próprio às democracias, entre trabalho, empresariado e Estado. Alckmin é a ponte com o setor produtivo, e Lula é a garantia de que o desenvolvimento…
-
Alckmin defende ajuste fiscal com justiça tributária e destaca isenção da cesta básica em 2027

Vice-presidente afirma que equilíbrio das contas públicas deve combater privilégios e desperdícios, defende fim da escala 6×1 e propõe reformas no Judiciário e no sistema político 247 – O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu a realização de um ajuste fiscal baseado na justiça tributária e no combate a privilégios, sem transferir o peso do equilíbrio das…
-
Lula defende igualdade de oportunidades para o Nordeste em ato de campanha em Natal

Presidente afirmou que a região não aceita ser tratada como “de segunda classe”, criticou proposta de cortes de Flávio Bolsonaro e anunciou medidas de apoio aos pequenos negócios 247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, neste sábado (10), em Natal, no Rio Grande do Norte, a ampliação das oportunidades de desenvolvimento para…






