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Arquivos de Epstein citam alegação contra Trump por suposto estupro

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Documentos do FBI relacionados ao caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça retomam acusação de estupro contra Trump

Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, nesta sexta-feira (30/1) relacionados ao financista Jeffrey Epstein, incluem um formulário do FBI que detalha uma denúncia de estupro contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A acusação teria sido feita em 1994 por uma mulher identificada como Jane Doe, que afirma ter sido violentada quando tinha 13 anos.

O material faz parte da maior liberação de arquivos já realizada sobre o caso Epstein.

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Segundo o documento, Jane Doe relatou múltiplos episódios de abuso sexual atribuídos a Trump, incluindo estupro.

O texto também menciona que Epstein teria ficado “irritado” pelo republicano ter sido o primeiro a manter relações sexuais com a jovem e que, posteriormente, ele próprio também a teria violentado.

Segundo o formulário do FBI, uma denunciante relatou que uma amiga — então com cerca de 13 ou 14 anos — teria sido forçada a realizar um ato sexual com Trump em Nova Jersey, há aproximadamente 35 anos.

O relato afirma ainda que a jovem teria sido agredida após reagir durante o episódio.


Nova leva de arquivos

  • Os e-mails fazem parte de uma nova leva de arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça, após a conclusão da análise dos registros relacionados à investigação de Epstein.
  • Segundo o vice-procurador-geral Todd Blanche, o material inclui mais de 3 milhões de páginas, cerca de 2 mil vídeos e 180 mil imagens.
  • Com isso, o total de documentos tornados públicos chega a aproximadamente 3,5 milhões de páginas, conforme previsto na legislação de transparência dos Estados Unidos.
  • Parte do conteúdo foi disponibilizada com aviso de material sensível, exigindo confirmação de idade mínima de 18 anos.

Jane Doe chegou a mover processos civis contra Trump, o mais recente em 2016, mas desistiu da ação pouco antes da eleição presidencial. Na época, sua advogada, Lisa Bloom, afirmou que a cliente estava com medo de prosseguir.

Donald Trump sempre negou as acusações.

Conforme o próprio Departamento de Justiça, o material inclui conteúdos que não foram necessariamente verificados e pode conter informações falsas ou submetidas de forma fraudulenta.

Com informações do Metrópoles

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