Trump anunciou um pacote de tarifas contra México, Canadá e China, o que gerou impactos diretos nos mercados globais

O governo brasileiro adotará uma posição de cautela diante da guerra comercial imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Trump anunciou neste domingo (2) um pacote de tarifas contra México, Canadá e China,o que gerou impactos diretos nos mercados globais. A orientação de assessores do presidente Lula (PT) é de “não sofrer por antecedência”. As informações são do g1.
A avaliação é de que o Brasil não pode cair no jogo de ameaças de Trump antes que algo de concreto seja anunciado. Internamente, há uma expectativa de que nada seja feito em relação ao Brasil, já que não faria sentido aplicar retaliações apenas ao país e não a todos os países do Mercosul que têm uma Tarifa Externa Comum. Além disso, a guerra comercial contra os países do Mercosul poderia atingir a Argentina de Javier Milei, aliado de Trump.
Enquanto isso, a guerra comercial já gerou ações concretas. Canadá e México anunciaram medidas retaliatórias contra os EUA, enquanto a China recorreu à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar as políticas de Trump. A postura do Brasil, nesse contexto, é de acompanhamento atento.
Além da cautela, há também uma expectativa positiva em relação aos possíveis efeitos da guerra comercial. Durante seu primeiro mandato, Trump implementou altas tarifas sobre produtos chineses, o que, de certa forma, beneficiou o Brasil, que passou a exportar mais para a China. O mesmo poderia ocorrer caso os EUA apliquem tarifas sobre produtos da União Europeia, que além de beneficiar os produtores brasileiros, pode facilitar o fechamento do acordo Mercosul-UE.
Com informações do Brasil 247
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