Como admitiu em nota nesta terça (12), a força-tarefa da Operação Lava jato anunciou que propôs a suspensão da criação de uma fundação privada com recursos de R$ 2,5 bilhões, resultado de um acordo bilionário firmado entre o Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba, Petrobras e Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
Prossegue a nota: “A força-tarefa da Lava jato no MPF/RR informa que vem mantendo tratativas com a Advocacia-Geral da União e a Petrobras e optou por propor, ao juízo que homologou o acordo, a suspensão dos procedimentos para constituição da fundação que daria uma destinação de interesse público para os recursos depositados em conta judicial”.
Foram muitas as críticas contra a criação da fundação, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF). “É pernicioso fazendo surgir ´super órgãos`, inviabilizando o controle fiscal financeiro. É a perda de parâmetros, é o descontrole, é abagunça administrativa. É a Babel”, reagiu marco Aurélio Mello, ministro do STF.
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), classificou a situação como “uma esquisitice jurídica”. Trata-se de um acordo internacional não aprovado pelo Congresso Nacional, que gera R$ 2,5 bilhões a serem administrados por uma fundação privada sem fiscalização dos órgãos competentes.
“Para proteger o próprio Judiciário e o Ministério Público, melhor coisa a fazer é devolver esse dinheiro ao patrimônio público. Imediatamente”, aconselhou o ex-juiz na ocasião.
Da redação com Agências
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