Presidente Lula aprovou parecer que assegura a remoção dessas servidoras para outra localidade de trabalho, sempre que houver risco à sua integridade física ou mental

A remoção pode ser solicitada mediante comprovação médica, medida protetiva ou outros meios de prova, e o parecer tem vigência imediata e deve ser seguido por todos os órgãos federais
Na semana passada, o presidente Lula aprovou a transferência de servidoras federais vítimas de violência doméstica. A decisão, elaborada pela Advocacia Geral da União (AGU), em parceria com o Ministério das Mulheres, vale para todo o serviço público federal, e assegura que a mudança de local seja concedida de forma prioritária, evitando que essas mulheres fiquem expostas a situações de vulnerabilidade.
A medida ocorre em resposta a diversas entidades representativas, que encaminharam à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pedido de parecer jurídico que contemplasse a possibilidade de remoção, a pedido, de servidoras vítimas de violência doméstica por motivo de saúde. Com isso, os pareceres da AGU aprovados pela Presidência da República passam a ter vigência em todos os órgãos federais, e a medida constitui mais uma ação do governo federal para proteger as mulheres que são vítimas de violência.
A remoção pode ser solicitada mediante comprovação médica, medida protetiva ou outros meios de prova. O parecer tem vigência imediata e deve ser seguido por todos os órgãos federais, e o objetivo é garantir que nenhuma servidora precise continuar em um ambiente que comprometa sua segurança.
De acordo com a Agência Gov, o parecer se fundamenta no Regime Jurídico dos Servidores Públicos (Lei nº 8.112/1990). A remoção é a mudança de local de trabalho do servidor, com ou sem mudança de cidade, a pedido ou por interesse da Administração Pública.
Em agosto de 2024, diversas entidades representativas encaminharam à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) pedido de parecer jurídico que contemplasse a possibilidade de remoção, a pedido, de servidoras vítimas de violência doméstica por motivo de saúde. Entre os argumentos apresentados pelas entidades estava o de que a Administração Pública não vinha conferindo interpretação uniforme quanto à equiparação da remoção de servidora em situação de violência doméstica àquela atribuída por motivo de saúde.
A PGFN encaminhou à CGU manifestação favorável ao pleito das entidades, com a sugestão de que fosse aprovado parecer vinculante para unificar o entendimento da Administração Pública federal. A CGU então deu início ao processo de consulta aos demais órgãos federais e, na sequência, realizou a análise jurídica que culminou na elaboração do parecer vinculante.
Com informações do PT Org
Quer ficar por dentro do que acontece em Taguatinga, Ceilândia e região? Siga o perfil do TaguaCei no Instagram, no Facebook, no Youtube, no Twitter, e no Tik Tok.
Faça uma denúncia ou sugira uma reportagem sobre Ceilândia, Taguatinga, Sol Nascente/Pôr do Sol e região por meio dos nossos números de WhatsApp: (61) 9 9916-4008 / (61) 9 9825-6604.
-
Temporal deixa famílias desabrigadas e mobiliza equipes do GDF em três regiões do DF

Ceilândia em Alerta — Pelo menos 25 pessoas ficaram desabrigadas após o forte temporal que atingiu o Distrito Federal na tarde de quarta-feira (16). Samambaia, Planaltina e Arapoanga foram algumas das regiões mais afetadas pela chuva intensa, que veio acompanhada de granizo e rajadas de vento. Segundo os órgãos de segurança do DF, cerca de…
-
Pequenas iniciativas transformam vidas e fortalecem comunidades no DF

Ceilândia em Alerta — Projetos comunitários desenvolvidos no Distrito Federal mostram como iniciativas voltadas à solidariedade, cultura e inclusão podem transformar a vida de pessoas em situação de vulnerabilidade. É o caso dos trabalhos conduzidos por Ana Paula Caldas, 44 anos, e Mariath Oliveira, 58, que atuam em diferentes frentes, mas têm em comum o…
-
Missão da ONU aponta indícios de crimes de guerra dos EUA em ataques contra civis no Irã

Investigadores afirmam haver motivos razoáveis para considerar indiscriminados bombardeios contra uma escola em Minab e uma área residencial em Lamerd; ofensivas deixaram 178 mortos, a maioria crianças. Ceilândia em Alerta – Uma missão de investigação da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou ter encontrado motivos razoáveis para acreditar que os Estados Unidos cometeram crimes de…






