Produção acompanha a revisão da condenação de um jovem e se inspira no trabalho de uma organização que investiga erros judiciais.
Ceilândia em Alerta – A série “Habeas Corpus”, que estreia nesta quarta-feira (23) na Netflix, acompanha uma professora de Direito e um grupo de estudantes na tentativa de rever a condenação de um jovem. Ao longo de oito episódios, a investigação abre espaço para discutir como raça e classe social influenciam o acesso à Justiça no Brasil.
A professora Inez, interpretada por Marjorie Estiano, reúne os alunos para estudar o caso. Entre eles está Marina, personagem de Any Gabrielly, cuja família também foi marcada por uma injustiça. A produção se inspira no trabalho do Innocence Project Brasil, organização que analisa condenações e busca reverter erros judiciais.
Um caso ao longo de toda a temporada
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, o diretor Luiz Villaça afirmou que queria mostrar os caminhos de uma condenação injusta e as dificuldades para contestá-la. A série acompanha um único caso durante toda a temporada, enquanto apresenta personagens com experiências sociais diferentes dentro da área jurídica.
Villaça disse que a equipe conversou com advogados, acompanhou julgamentos e realizou oficinas para preparar a produção. Segundo ele, a participação de roteiristas com vivências diversas ajudou a construir os personagens e a tratar das desigualdades abordadas na história.
🔍 Fonte: Brasil de Fato.



