Presidente do PT chamou de “deploráveis” as iniciativas da Confederação Nacional da Agricultura e do Novo para tentar impedir a compra
A presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), classificou como “deploráveis” as iniciativas da Confederação Nacional da Agricultura e do partido Novo na Justiça para impedir o governo Lula (PT) de adquirir arroz em um leilão público para garantir os estoques reguladores e, assim, evitar a especulação sobre o preço do alimento.
A suspensão temporária do leilão havia sido ordenada na noite de quarta-feira (5) pela 4ª Vara Federal de Porto Alegre, atendendo a uma ação movida pelos deputados gaúchos Marcel van Hattem (Novo), Lucas Redecker (PSDB) e Felipe Zortea Camozzato (Novo). No entanto, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) derrubou na quinta-feira (6) a liminar e o governo federal, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realizou a compra de 263 mil toneladas de arroz. O arroz foi adquirido pelo valor de R$ 25 o saco de 5kg. O planejamento do governo prevê que o produto chegará ao consumidor final pelo preço de R$ 20, o equivalente a R$ 4 por quilo.
A presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), classificou como “deploráveis” as iniciativas da Confederação Nacional da Agricultura e do partido Novo na Justiça para impedir o governo Lula (PT) de adquirir arroz em um leilão público para garantir os estoques reguladores e, assim, evitar a especulação sobre o preço do alimento.
A suspensão temporária do leilão havia sido ordenada na noite de quarta-feira (5) pela 4ª Vara Federal de Porto Alegre, atendendo a uma ação movida pelos deputados gaúchos Marcel van Hattem (Novo), Lucas Redecker (PSDB) e Felipe Zortea Camozzato (Novo). No entanto, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) derrubou na quinta-feira (6) a liminar e o governo federal, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realizou a compra de 263 mil toneladas de arroz. O arroz foi adquirido pelo valor de R$ 25 o saco de 5kg. O planejamento do governo prevê que o produto chegará ao consumidor final pelo preço de R$ 20, o equivalente a R$ 4 por quilo.
Deploráveis as ações judiciais da Confederação Nacional da Agricultura e do Partido Novo que tentaram impedir a importação de arroz pelo governo federal. Manter estoques reguladores de alimentos é medida básica de segurança alimentar e de combate à carestia. Obrigação de um…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) June 7, 2024
Com informações do Metrópoles
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