Novo balanço das autoridades libanesas registra ainda 12.298 feridos e mais de 1 milhão de pessoas deslocadas desde o início da atual escalada militar
Ceilândia em Alerta — Segundo informações divulgadas pelo Brasil 247, o número de mortos no Líbano chegou a 4.346, enquanto o total de feridos alcançou 12.298 desde o início da atual escalada militar envolvendo ataques israelenses no território libanês. Os dados têm como base informações divulgadas pelo Ministério da Saúde Pública do Líbano e compiladas pela Prensa Latina.
O novo balanço inclui vítimas dos bombardeios realizados no sábado (15) contra localidades do distrito de Nabatieh, no sul do país. De acordo com o Centro de Operações de Emergência do ministério libanês, dois ataques aéreos deixaram 11 mortos e 19 feridos.
Ataques atingiram Nabatieh
Em Deir al-Zahrani, um dos bombardeios provocou a morte de quatro pessoas e deixou outras 17 feridas. Entre os atingidos estavam uma criança e 11 mulheres, segundo o levantamento das autoridades libanesas.
Outro ataque ocorreu na localidade de Ansar. Sete pessoas morreram, entre elas três crianças e duas mulheres. Outras duas pessoas ficaram feridas.
Os números foram incorporados ao balanço geral da atual fase de hostilidades, que vem provocando novas vítimas e ampliando a crise humanitária no país.
Mais de 1 milhão de pessoas foram deslocadas
Além das mortes e dos ferimentos, a escalada militar provocou um grande deslocamento da população. Mais de 1 milhão de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas, segundo os dados apresentados na reportagem.
O número evidencia o impacto das operações militares sobre a população civil, especialmente nas áreas do sul do Líbano, onde os confrontos e bombardeios têm sido mais intensos.
O levantamento anterior, divulgado em 9 de agosto, registrava 4.335 mortos e 12.277 feridos. Com a atualização, foram acrescentadas 11 mortes e 21 feridos ao balanço acumulado.
Israel afirma ter como alvo o Hezbollah
De acordo com informações apresentadas na reportagem, as Forças de Defesa de Israel afirmam que as operações realizadas no sul do Líbano têm como alvo estruturas e posições do Hezbollah nas regiões de Nabatieh e Ansar.
Os ataques incluem bombardeios aéreos, disparos de artilharia e demolições de imóveis em diferentes localidades. Israel mantém presença militar em pontos do sul libanês em meio à continuidade das tensões na região.
A justificativa apresentada pelo governo israelense é de que as ações têm como objetivo atingir a estrutura militar do Hezbollah e impedir novos ataques contra o território de Israel.
Governo libanês cobra retirada das forças israelenses
O governo do Líbano vem pedindo a retirada das tropas israelenses de seu território diante da continuidade das operações militares.
A presença de forças israelenses no sul do país permanece como um dos principais pontos de tensão nas negociações para reduzir a escalada do conflito. Enquanto isso, a população das regiões afetadas continua enfrentando os efeitos dos ataques e do deslocamento em massa.
O novo balanço divulgado pelas autoridades libanesas reforça a dimensão da crise humanitária provocada pela escalada militar e coloca novamente a situação do Líbano no centro das preocupações internacionais.
Nota de transparência: Esta matéria foi produzida com auxílio de inteligência artificial e passou por revisão editorial antes da publicação.



